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22 junho 2016
OMS PUBLICA RECOMENDAÇÕES DE SAÚDE PARA QUEM VEM PARA OLIMPÍADA
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EXAMES PARA CONFIRMAR ZIKA DEVERÃO SER REALIZADOS POR PLANOS DE SAÚDE
Os
planos de saúde deverão oferecer aos seus clientes a cobertura de testes para a
detecção do vírus zika. A determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) foi publicada no Diário Oficial da União. Segundo a agência, os exames
deverão ser garantidos para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico
para infecção pelo vírus e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva
de infecção pelo vírus da zika.
Passam a integrar o rol de procedimentos e eventos em saúde os testes PCR (Polymerase Chain Reaction), IgM e IgG. O PCR detecta o vírus logo nos primeiros dias da doença e tem recomendação para gestantes com sintomas de zika, mas no máximo cinco dias após o surgimento dos primeiros sinais da doença.
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05 maio 2016
MINISTÉRIO DA SAÚDE CONFIRMA 1.271 CASOS DE MICROCEFALIA NO PAÍS
O novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado, nesta quarta-feira (4), aponta que, até o dia 30 abril, foram confirmados 1.271 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita,em todo o país. No total, foram notificados 7.343 casos suspeitos desde o início das investigações, em outubro de 2015, sendo que 2.492 foram descartados. Outros 3.580 estão em fase de investigação. O informe reúne semanalmente as informações encaminhadas pelas secretarias estaduais de saúde.
Dos casos confirmados, 203 tiveram confirmação laboratorial para o vírus Zika. No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. Ou seja, a pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia.
Em todo o Brasil, os 1.271 casos confirmados ocorreram em 470 municípios, localizados em 25 unidades da federação. A microcefalia foi confirmada nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, além de São Paulo que registrou oito casos da doença ao Ministério da Saúde, sendo um com confirmação laboratorial para Zika.
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15 março 2016
LIRAA APONTA BAIXO RISCO DE INFESTAÇÃO DO AEDES AEGYPTI NA CIDADE
Realizado no período de 18 a 24 de fevereiro, o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) apresentou o menor índice de infestação predial (IIP) da história da cidade para o período do verão: 0,9%. O resultado coloca o município na faixa verde, que representa baixo risco para ocorrência da doença. O índice é considerado satisfatório quando está abaixo de 1% de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O baixo índice de infestação pelo Aedes aegypti pode ser atribuído ao constante trabalho de prevenção e conscientização que vem sendo feito pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e também à colaboraçãoda população. As ações de combate aos criadouros do mosquito são realizadas o ano inteiro, mesmo nos meses de baixa incidência da doença, e reforçados nos meses mais quentes. Em novembro passado, a Prefeitura lançou o Plano Verão, com uma série de ações a serem desenvolvidas na cidade nesta época, para minimizar possíveis problemas causados em decorrência do fenômeno climático El Niño. Entre elas estava o reforço nas ações de combate ao Aedes aegypti, por se esperar meses mais quentes e chuvosos, favoráveis à reprodução do mosquito.
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14 janeiro 2016
ATENÇÃO AOS SINTOMAS
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12 janeiro 2016
MUTIRÃO DE MOBILIZAÇÃO CONTRA O MOSQUITO TRANSMISSOR DA DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA
Ontem
nossa equipe deu inicio ao mutirão de mobilização contra o mosquito transmissor
da Dengue, Zika e Chikungunya. Parque Evereste, localizado em Inhaúma, foi o
primeiro local este ano a receber tal atividade em nossa área de atuação. Na localidade, 40 agentes de vigilância
em saúde realizarão visita a 4 mil imóveis até o dia 15/01. Colocação de capas
de caixas d’água e telas em ralos que necessitem forma e serão realizados no
decorrer da semana. Haverá também stand com banner e folhetos educativos sobre
as doenças provocadas pelo mosquito e formas de prevenção.
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29 dezembro 2015
MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA VIAJANTES PARA ELIMINAÇÃO DOS CRIADOUROS
As medidas de combate ao Aedes
aegypti devem ser reforçadas nas férias e festas de fim de ano,
período marcado por chuvas em muitos estados do país e com maior circulação de
pessoas. Para reforçar a importância de eliminar os focos do mosquito, o
Ministério da Saúde recomenda aos viajantes que, antes de saírem de suas casas,
façam uma vistoria para eliminar os recipientes que possam acumular água parada
e servir como criadouro do mosquito.
“Se hoje não temos uma vacina para o
Zika, Chikungunya ou Dengue, ou alguma tecnologia inovadora pronta para ser
utilizada imediatamente, a ação mais efetiva é eliminar os focos do
mosquito Aedes aegypti. Por isso, é importante fazer um grande
apelo à sociedade: antes de sair de férias, descarte corretamente latas,
garrafas, embalagens de presentes, todo e qualquer recipiente que possa
acumular água parada. Casa vazia não pode servir de criadouro do mosquito.
Dessa maneira, com a ajuda de governos federal, municipal e toda a população,
vamos fazer uma grande mobilização nacional para combater o mosquito”, reforçou
o secretário de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi.
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10 dezembro 2015
FIOCRUZ ESCLARECE DÚVIDAS SOBRE ÁUDIOS EM GRUPOS DE WHATSAPP
Você, usuário do Whatsapp, já deve ter recebido de algum amigo ou parente um áudio de uma mulher dizendo sobre sintomas neurológicos em idosos e crianças e que pesquisadores da Fio Cruz haviam descoberto mas não poderiam divulgar. A Fio cruz divulgou uma nota informando que a informação é falsa. Veja abaixo o pronunciamento da Fundação.
"Diversos áudios têm circulado em grupos de Whatsapp mencionando a possibilidade e a existência de crianças menores de 7 anos e idosos com sintomas neurológicos decorrentes do vírus zika. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) esclarece que essas informações não têm fundamentação científica. Até o momento, não há qualquer registro de crianças ou idosos apresentando sintomatologias neurológicas relacionadas ao vírus zika. É importante também esclarecer que, assim como outros vírus, a exemplo de varicela, enterovírus e herpes, o zika poderia causar, em pequeno percentual, complicações clínicas e neurológicas em adultos e crianças, sem distinção de idade. Quanto ao vetor, até o momento, não existem estudos científicos que apontem para o envolvimento de outras espécies de mosquitos além do Aedes aegypti na transmissão da doença no Brasil.
"Diversos áudios têm circulado em grupos de Whatsapp mencionando a possibilidade e a existência de crianças menores de 7 anos e idosos com sintomas neurológicos decorrentes do vírus zika. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) esclarece que essas informações não têm fundamentação científica. Até o momento, não há qualquer registro de crianças ou idosos apresentando sintomatologias neurológicas relacionadas ao vírus zika. É importante também esclarecer que, assim como outros vírus, a exemplo de varicela, enterovírus e herpes, o zika poderia causar, em pequeno percentual, complicações clínicas e neurológicas em adultos e crianças, sem distinção de idade. Quanto ao vetor, até o momento, não existem estudos científicos que apontem para o envolvimento de outras espécies de mosquitos além do Aedes aegypti na transmissão da doença no Brasil.
A
Fiocruz vem trabalhando em estreita parceria com o Ministério da Saúde na
investigação da doença e prima pela transparência e pela seriedade na
divulgação de informações para a sociedade. Por tratar-se de uma doença recente
e que ainda não foi suficientemente estudada pelos pesquisadores, irão surgir
muitas dúvidas e perguntas, bem como boatos e informações desencontradas,
especialmente nas mídias sociais. É importante, num momento como este, que a
população busque informações de fontes seguras e confiáveis. Acompanhe a
Agência Fiocruz de Notícias e os canais oficiais da Fundação no Twitter e no
Facebook para as últimas informações."
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02 dezembro 2015
MINISTÉRIO DA SAÚDE ESCLARECE DÚVIDAS SOBRE ZIKA E MICROCEFALIA
O que é a
microcefalia?
A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de
uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira
adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o
normal, que habitualmente é superior a 33 cm.
Quais as causas
desta condição?
Essa malformação congênita pode ser efeito de uma
série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e agentes
biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.
O que é o
vírus zika?
O vírus zika
é um arbovírus (grande família de vírus), transmitido pela picada do mesmo
vetor da dengue, o Aedes aegypti.
Já há
confirmação que o aumento de casos de microcefalia no Brasil é causado pelo
vírus zika?
O Ministério da Saúde confirmou no sábado (28/11) a
relação entre o vírus zika e o surto de microcefalia na região Nordeste. O
Instituto Evandro Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), encaminhou o
resultado de exames realizados em um bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e
outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi
identificada a presença do vírus zika.
A partir desse achado do bebê que veio à óbito, o
Ministério da Saúde considera confirmada a relação entre o vírus e a ocorrência
de microcefalia. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial.
18 novembro 2015
DENGUE: O QUE FAZER EM CASO DE SINTOMAS DA DOENÇA?
POR RIO CONTRA DENGUE
Febre alta que
surge de repente, dor de cabeça, dores musculares, articulares e manchas na
pele. Estes são alguns dos sintomas da dengue. Mas o que fazer se eles
aparecerem? A primeira e principal recomendação é procurar logo atendimento
médico.
Na maioria dos
casos a cura ocorre entre cinco e dez dias, mas como não é possível afirmar
como será a evolução da doença, é preciso ter acompanhamento. Somente o médico
pode, de acordo com o exame clínico, definir o tratamento a ser seguido e
avaliar a evolução da doença.
Mas há algo
que pode ser feito ainda em casa ou a caminho do serviço de Saúde: hidratação
(reposição de água no organismo). Ela é fundamental no tratamento da dengue,
porque durante o curso natural da doença ocorre a perda da parte líquida do
sangue dos vasos.
Ainda em casa
ou a caminho do médico, beba bastante líquido, com exceção de bebidas alcoólicas.
Mas não tome remédios! A automedicação nunca é recomendada, e nos casos de
dengue são
especialmente contraindicados remédios que contenham Ácido Acetil Salicílico
(AAS). Umas das consequências da infecção causada pelo vírus da
dengue é a diminuição do número de plaquetas no sangue e o AAS pode reduzir
justamente a adesão das plaquetas.
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14 outubro 2015
VOCÊ JÁ CONHECE O INFO DENGUE RIO?
É um projeto que visa integrar metodologias de análise de séries temporais e espaciais para gerar um sistema de alerta em tempo real para dengue a ser implementado em salas de situação de Secretarias de Vigilância em Saúde.
O mapa acima mostra a situação da dengue no município do Rio de Janeiro. Os dados possuem como base a Semana Epidemiológica 39, que abrange o período de 28 de setembro de 2015 a 04 de outubro de 2015. A área em destaque com 13 casos se refere a nossa área de atuação.
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30 setembro 2015
DENGUE NA GRAVIDEZ
Se a
doença já é motivo de alerta entre crianças, idosos e adultos, saiba que entre
as gestantes o cuidado deve ser redobrado. A
dengue neonatal é preocupante, pois a ocorrência da doença viral nos bebês
recém-nascidos de mães que contraíram o vírus pode acontecer no período de até
dez dias antes do parto.
Na gravidez, as defesas do organismo contra doenças ficam mais fracas, e
isso quer dizer que a dengue pode ter sintomas mais graves em gestantes. A
doença pode ser perigosa, causando complicações como hemorragia, convulsões,
falência hepática e até a morte. Por isso é essencial preveni-la e tratá-la o
quanto antes.
Na maior parte dos casos, o bebê não é afetado se
a mãe pegar dengue durante a gravidez. Mas, se for uma infecção grave, pode
levar a complicações como parto prematuro e anomalias fetais. A transmissão
vertical, ou seja, da mãe para o bebê, ainda está sendo estudada, mas há alguns
casos documentados em que ela ocorreu, e o recém-nascido apresentou a doença.
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20 agosto 2015
ENTRADA COMPULSÓRIA NO BAIRRO DO ROCHA
Mais
uma vez a equipe de Vigilância Ambiental em Saúde vem atuando em prol da
melhoria da qualidade de vida da população carioca. Nesta manhã de quinta-feira
(20/08/15) realizou atividade de entrada compulsória. A ação ocorreu na Rua Doutor
Garnier 143 no bairro do Rocha.
O imóvel trata-se de uma obra que havia sido embargada. O mesmo possuía uma caixa d
água (motivo principal das reclamações dos moradores), onde os agentes encontraram foco de mosquito. Moradores haviam realizado diversas denúncias
através da central de atendimento 1746, porém somente após publicação em Diário Oficial os agentes conseguiram adentrar ao local.
A equipe contou ainda com a parceria da Guarda Municipal do Rio de Janeiro.
Inspeção e tratamento foram feitos em toda a área, assim como a eliminação das larvas encontradas.
Inspeção e tratamento foram feitos em toda a área, assim como a eliminação das larvas encontradas.
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24 junho 2015
8 MITOS QUE SE OUVE EM RELAÇÃO AO TRANSMISSOR DA DENGUE
Muitas vezes acabamos cometendo erros na hora da prevenção em relação ao mosquito (Aedes aegypti) transmissor da Dengue. Mosquito esse que também é o responsável pela Febre Chikungunya e o Zika Vírus. Saber combatê-lo é de suma importância para uma prevenção exitosa.
Abaixo o Link Ambiental lista 8 inverdades que muitos cidadãos acreditam. Fique ligado e não se deixe enganar!!!
A prevenção à dengue deve ser feita apenas na
erradicação de focos do mosquito e no tratamento aos pacientes com a dengue do
tipo clássico - falso!
O trabalho de combate à dengue
é muito mais extenso e pede a participação de toda a sociedade. Além disso, a
Organização Mundial da Saúde (OMS) ressalta que, durante as epidemias, o
trabalho dos postos de saúde informando os pacientes e seus familiares sobre
hidratação oral, medicamentos proibidos e, principalmente, sobre como
identificar os sinais de alerta indicativos do agravamento da doença são de
grande importância.
Ar condicionado e ventiladores matam o mosquito - falso!
Quando se usa o ar
condicionado, a temperatura e a umidade baixam e isso inibe o mosquito. Ele tem
mais dificuldade para detectar onde estará a possível vítima de sua picada, mas
ele não morre. Estes aparelhos apenas espantam o mosquito que poderá voltar em
outro momento quando eles estiverem desligados.
Para matar os ovos do mosquito basta secar os
reservatórios de água parada - falso!
Não é apenas o simples ato de
secar os reservatórios de água parada que irá impedir o mosquito da dengue de
se reproduzir. É preciso limpar o local também, pois o ovo ainda pode ser
manter "vivo" por mais de um ano sem água.
Repelentes são fundamentais no combate à dengue - falso!
Repelentes, velas de citronela
ou andiroba, ao contrário do que muita gente pensa, não tem muito efeito no
combate à dengue, pois têm efeito indeterminado e temporário.
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25 maio 2015
DEU ZIKA! E AGORA? CONHEÇA MAIS SOBRE ESSA DOENÇA COM NOME INUSITADO
O nome parece uma brincadeira, mas não é. Este ano fomos surpreendidos com uma doença misteriosa que fez suas primeiras vítimas em cidades da Bahia. Misteriosa até os pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia, Gúbio Soares e Silvia Sardi, identificarem o surto da doença como Zika Vírus (ZIKV).
História do Zika!
O Zika virus foi
isolado, pela primeira vez, em 1947, num macaco Rhesus utilizado para pesquisas
na Floresta de Zika, em Uganda, no continente africano. Aproximadamente 20 anos
depois, ele foi isolado em seres humanos na Nigéria. Dali, ele se espalhou por
diversas regiões da África e da Ásia e alcançou a Oceania. Possivelmente, ele
entrou no Brasil trazido por turistas que vieram assistir à Copa do Mundo de
Futebol, em 2014.
No Nosso País o Zika encontrou o Aedes aegypti, velho conhecido nosso, e que é o vetor responsável pela sua transmissão.
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