“O Brasil está prestes a viver uma grande epidemia de
chikungunya no verão de 2017”, afirmou o subsecretario de Vigilância em Saúde
do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, durante o seminário Chikungunya:
atualização clínica, realizado em 16 de agosto pela Vice-Presidência de
Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz) no Instituto
Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz). O evento contou com a presença de
especialistas e pesquisadores para tratar dos mais diferentes aspectos da
doença que, assim como a dengue e a zika, é transmitida pelo mosquito Aedes
aegypti. Representaram o Instituto na programação Marilia Santini,
Vice-diretora de Qualidade e Informação do INI, e os pesquisadores André
Siqueira e Roberto Fiszman.
A chikungunya ainda não tem cura e é conhecida por causar
febre e dores intensas nas articulações de pés e mãos, dedos, tornozelos e
pulsos, podendo ocorrer, também, dores de cabeça e musculares, manchas
vermelhas na pele, entre outros sintomas. “Em busca de ampliar o conhecimento
acerca da tríplice epidemia (dengue, zika e chikungunya), a Fundação Oswaldo
Cruz vem realizando, continuamente, uma série de eventos sobre essas doenças,
envolvendo todo seu corpo de pesquisadores, docentes e alunos. Nossa intenção é
potencializar o SUS como uma grande plataforma de pesquisa, de base de dados e
informações para alcançarmos evidências científicas de um campo pouco conhecido
por todos”, destacou o Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da
Saúde da Fiocruz, Valcler Rangel.


















