24 abril 2018

Realizando tratamento espacial.
Equipe de Ponto Estratégico (PE) da CAP 3.2 em ação no cemitério de Inhaúma. 
Trabalhando na rua Alvares Carneiro, em mais uma ação de bloqueio, gerada pela suspeita de Chikungunya, encontramos uma piscina com água parada e sem tratamento. Os agentes realizaram inspeção, tratamento focal e perifocal nesta piscina.
Realizando ação de bloqueio, devido a suspeita de Chikungunya, na rua Souza Freitas, os Agentes de Vigilância em Saúde da AP 3.2 localizaram uma caixa d'água destampada. A instalação de uma capa para vedar a mesma foi realizada com sucesso.  

17 abril 2018


Palestra sobre arbovirose na Escola Municipal Engenheiro Roberto
Magno de Carvalho. Ação integrada dos AVS, ACS e Equipe de Odontologia 
da Clinica da Família Luiz Célio Pereira. 

06 abril 2018

Equipe de Risco Biológico da CAP 3.2 atendendo mais um chamado do 1746. A equipe encontrou grande poça d'água repleta de lixo e entulho nos fundos do prédio da reclamante na rua Paim Pamplona, próximo ao acesso ao túnel Noel Rosa.

Equipe de Risco Biológico em visita periódica na rua Conselheiro Mairink no bairro do Rocha.


27 março 2018

Equipe do Risco Biológico em ação: 
retirada de Marimbondos na travessa 
Virginia no bairro de Piedade.

26 março 2018

Equipe de Risco Biológico atendendo mais um chamado do 1746.
Combate a carrapatos e percevejos (árvores e muros), na rua Nelson Farias de Castro, no bairro do Engenho Novo. 
Mais uma ação da Equipe de Vigilância em Saúde da CAP 3.2.
Retirada de marimbondos em residência situada na rua Paranapiacaba, no bairro de Piedade.


24 agosto 2016

ESPECIALISTAS DISCUTEM POSSIBILIDADE DE EPIDEMIA DE CHIKUNGUNYA EM 2017

“O Brasil está prestes a viver uma grande epidemia de chikungunya no verão de 2017”, afirmou o subsecretario de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, durante o seminário Chikungunya: atualização clínica, realizado em 16 de agosto pela Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz) no  Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz). O evento contou com a presença de especialistas e pesquisadores para tratar dos mais diferentes aspectos da doença que, assim como a dengue e a zika, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Representaram o Instituto na programação Marilia Santini, Vice-diretora de Qualidade e Informação do INI, e os pesquisadores André Siqueira e Roberto Fiszman.

A chikungunya ainda não tem cura e é conhecida por causar febre e dores intensas nas articulações de pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos, podendo ocorrer, também, dores de cabeça e musculares, manchas vermelhas na pele, entre outros sintomas. “Em busca de ampliar o conhecimento acerca da tríplice epidemia (dengue, zika e chikungunya), a Fundação Oswaldo Cruz vem realizando, continuamente, uma série de eventos sobre essas doenças, envolvendo todo seu corpo de pesquisadores, docentes e alunos. Nossa intenção é potencializar o SUS como uma grande plataforma de pesquisa, de base de dados e informações para alcançarmos evidências científicas de um campo pouco conhecido por todos”, destacou o Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Valcler Rangel.